Em vida

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NO FINAL TUDO DÁ CERTO

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

MUDANÇA DE HÁBITOS


Por que há pessoas que vencem e outras não? Será que é o destino? Será que é a genética? Ou será que algumas pessoas simplesmente nasceram para vencer enquanto outras nunca serão bem-sucedidas? Qual será o segredo do sucesso?

BRCVamos direto ao ponto: o sucesso e o fracasso são, nada mais, nada menos que hábitos. Esta análise foi feita pelo Bispo Renato Cardoso (foto) em uma reunião de membros na IURD Vila Mariana. Ele completou o raciocínio dizendo que, se estamos acostumados a fracassar, sempre fracassaremos. Mas se nos condicionarmos ao sucesso, seremos bem-sucedidos. Simplesmente brilhante!
Mas como fazer para nos condicionar ao sucesso? Mudando hábitos! Se você tem fracassado é sinal de que seus hábitos a estão conduzindo a isso. Observe seus hábitos e avalie quais deles estão viciados, quais podem ser alterados e quais deve abandonar. E comece a colocar em prática um dos hábitos que mais demonstram competência: a pontualidade.
Hoje em dia parece que a pontualidade está fora de moda, mas não entre nessa. Se você está no desafio, já está usando sua agenda há mais de um mês, então, se condicione a fazê-la dar certo. Cumpra os seus horários consigo mesma e com os outros e aprenda a administrar o tempo.
Quando você viaja de avião, por exemplo, se chegar na hora do vôo, vai ter perdido a viagem. A hora que está marcada no bilhete é a que o avião vai decolar, mas antes disso, você já deve ter despachado sua bagagem, passado pela segurança e embarcado. Então, se você entra às 8h no trabalho e chega apenas às 8h, você já está atrasada. Não basta “bater o cartão” no horário, mas sim, estar pronta para o trabalho depois de ter guardado suas coisas, cumprimentado os amigos, ido ao banheiro etc. etc.
laziPassei por uma empresa cujos funcionários tinham direito a café da manhã, almoço e café da tarde. Havia um refeitório muito bem organizado que ficava no prédio ao lado e logo fiquei maravilhada ao ver como a empresa valorizava seus colaboradores. Mas já na primeira semana comecei a ver o quanto os colaboradores não valorizavam a empresa…
O horário do meu pessoal era das 9h às 18h15, sendo que tinham 1 hora de intervalo para o almoço e 15 minutos de intervalo à tarde para o café. Já o café da manhã deveria ser tomado antes das 9h. Porém, na prática, não era o que acontecia. O pessoal batia o cartão às 9h (na melhor das hipóteses), passava pela redação para deixar bolsas, casacos etc. e iam para o refeitório. Às vezes, chegavam ao absurdo de ficarem esperando pelos amigos atrasados para irem juntos tomar café. Conclusão: só começavam a sentar para trabalhar quase às 10h. Quando eu chamava a atenção deles, diziam que era um direito que tinham. E quanto aos 15 minutos de intervalo à tarde, facilmente viravam meia hora.
Você acha que eu tinha confiança nessas pessoas? Quando precisamos fazer um corte radical na empresa, quais funcionários você acha que entraram na lista de demissões? Havia bons funcionários entre os displicentes com o horário, mas de que adiantava se eles não estavam à disposição e ainda viciavam a conduta dos demais? Eu simplesmente não podia contar com eles.
Então, seja pontual, não enrole, dê o exemplo e faça sempre o seu melhor. Pessoas de sucesso são aquelas que têm hábitos que a conduzem ao sucesso. Seja uma delas! Na quinta falaremos mais sobre isso.
Nos vemos!
Fonte: http://bolsablindada.com.br/desafio-6-mudanca-de-habitos/

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

10 SEGREDOS PARA EVITAR UMA BRIGA



brigando
Discutir, argumentar, “brigar”. Brigar nunca é bom, mas em sua forma primordial – o argumento, ou discussão – é uma forma de arte que, se feita de forma eficiente, pode ser uma maneira útil de entender como as pessoas se sentem, e até fazer mudanças positivas (em um relacionamento, digamos).
Quer saber como conseguir isso? Siga as dicas da terapeuta de relacionamentos Dra. Sheri Jacobson:

1 – Meça suas emoções
Antes de iniciar uma discussão, é fundamental que você verifique o seu estado interno. Examine como você está se sentindo emocionalmente, em uma escala de um a dez: um sendo sereno, e 10 absolutamente furioso.
Se você estiver acima de 7,5, nem sequer pense em entrar em uma discussão. Quando você fica com raiva, seu corpo exibe sintomas físicos. Você regride para um estado mais “animal”, porque seus neurônios não são acionados com rapidez suficiente para uma área do cérebro chamada amígdala, responsável pelo processamento de nossas emoções.
Neste ponto, você já não é capaz de se engajar em pensamento racional e adequado: você entra em um primitivo estado de “luta ou fuga”. Neste estado, o seu corpo ou se prepara para qualquer luta, seja ela física ou verbal, ou para fugir em busca de abrigo (nenhuma das opções é boa, certo?).
Você vai notar sintomas físicos como aumento da frequência cardíaca, palmas das mãos suadas, temperatura elevada, tensão e pensamentos violentos. Quando você se sentir assim, pare, se afaste e reflita sobre por que você está tão bravo ou chateado.
2 – Tome fôlego
Faça uma pequena pausa para tentar respirar lenta e profundamente: isso ajuda a sinalizar para o cérebro de que você não está em uma situação perigosa. Seu sistema nervoso vai começar a se comportar normalmente, e você será capaz de avaliar a sua situação de forma mais objetiva e racional.
3 – Verifique se as coisas são realmente tão ruins quanto você pensa
Às vezes, uma simples forma de terapia comportamental cognitiva (TCC) pode ser útil: observe o que está lhe deixando com raiva, pense sobre o porquê isso lhe incomodou e tente avaliar se a situação é realmente tão ruim quanto você pensa que é. Muitas vezes não é.
4 – Lembre-se da sua meta
Quando você finalmente decidir entrar em uma discussão, certifique-se de que você vai entrar nela com a atitude correta: o objetivo é ser feliz, não estar certo. Você deve querer resolver a situação, e não apenas competir ou entrar em uma discussão inútil.
5 – Atenção à linguagem
Qual o objetivo do conflito? Você quer um pedido de desculpas ou uma mudança de comportamento, por exemplo? Escreva o que você espera, para usar a linguagem apropriada – verbal e física – para deixar seus desejos ou queixas claros.
No calor do momento, coisas desnecessárias são ditas. Tente não confundir o propósito da discussão, para não diminuir qualquer chance de resolução.
6 – Seja suave
É quase impossível fingir que você não está com raiva ou chateado quando você está, mas tente não manter uma postura defensiva. Não cruze os braços ou gesticule muito descontroladamente. Se possível, sente-se em frente à pessoa com quem você está discutindo, e, se for o seu parceiro ou alguém com quem você tem intimidade, tente tocá-lo.
Lembre-se o tempo todo que o propósito do conflito é a resolução, é que ambos saiam tão felizes quanto possível. Isso significará compromisso, e o poder do toque vai demonstrar isso.
7 – Ouça
Mais importante do que falar é ouvir. Você deve mostrar a outra pessoa que você está disposto e é capaz de ouvir os dois lados da história. Na verdade, ouvir os dois lados pode até mesmo ajudar a contextualizar seus próprios sentimentos, tornando mais fácil entender por que você ficou chateado em primeiro lugar.
Mas quando você começar a falar, tenha cautela. Argumentos não são jogos de culpa: sua chance de falar sobre suas emoções não deve ser uma chance de “xingar” ou implicar com alguém.
8 – Seja positivo
Em vez de dizer a alguém o que ele fez de errado e como isso lhe fez mal, centre a discussão em si mesmo e traga exemplos positivos de comportamento para ajudar a transmitir o seu ponto de vista.
Por exemplo, em vez de dizer “Você esqueceu meu aniversário e isso me deixou chateada”, diga “Eu me senti chateada quando você esqueceu meu aniversário, porque você é sempre tão atencioso”. Não diga “odeio que você sai todos os dias”, mas sim “eu gosto quando você fica comigo”, e assim por diante.
Isto imediatamente torna o tom da conversa menos agressivo, limita a extensão da culpa colocada sobre essa pessoa e torna mais fácil para ela entender porque você está infeliz.
9 – Pense no futuro
Tente não relembrar erros ou conflitos passados ao expressar o que sente. A pessoa com quem você está discutindo simplesmente ficará muito consciente de delitos passados que nem ela, nem você podem fazer algo para mudá-los.
Em vez disso, concentre-se no aqui e agora, ou não haverá resolução e reconciliação.
10 – Há força na fraqueza
Admitir uma fraqueza ou um erro é uma força definitiva e em muitos casos a chave para acabar com a disputa ou briga.
Se todo o resto falhar, procure ajuda. Pode ser muito fácil entrar em um ciclo interminável de divergências. Se você acha que precisa de um terceiro para “arbitrar” as conversas, muitos terapeutas atendem casais (também há terapeutas para outros tipos de relacionamento ou problemas). [DailyMail]

Fonte: http://hypescience.com/10-maneiras-de-evitar-brigar-com-alguem/

sexta-feira, 12 de setembro de 2014